sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Segundo e-mail...

Recebemos com um link para este post hoje... é o Atchim fazendo sucesso em Carmo da Cachoeira... que beleza!

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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Um cachoeirense na Atchim!@!

O cachoeirense Wanderdei Theo Boschila, colunista da ilariante revista Atchim. pelo menos o foi no número um da revista, prestigiou este blog ao indicar a sua tia Marília, autora da poesia, "Retrato de minha terra", a leitura de nossa matéria "Um amigo de todas as horas!@!"

Aproveitamos esta oportunidade para agradecer a todos os colaboradores voluntários deste blog e convidar para que outros nos procurem para que possamos fazer de Carmo da Cachoeira cada vez mais um "paraíso na terra".

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Primeiro e-mail pro ATCHIM

Boa Tarde,
Perdi o telefone de contato com a Renata Reis, esposa do plhaço Atchim.
Já contratei os serviços para uma transformação em minha filha e não tenho mais seu telefone para contato.
Será que pode me ajudar?
Obrigada,
Angélica Aquino Marketing Techware Systems Oracle PartnerNetwork Estranho... quem é o palhaço Atchim? Gustavo, Nando, Cacá, Ruber, Anderson, Celio ou o Chapola? mande seu voto!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

L3I4 COM 4T3NÇ4O:

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
copiado daqui: www.veiorosa.blogspot.com
quinta-feira, 22 de novembro de 2007

30 dicas para escrever bem...

1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc. 2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico. 3. Anule aliterações altamente abusivas. 4. não esqueça as maiúsculas no início das frases. 5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz. 6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário. 7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in. 8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??... então 9. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda. 10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações. 11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida. 12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem idéias próprias". 13. Frases incompletas podem causar 14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes. 15. Seja mais ou menos específico. 16. Frases com apenas uma palavra? Jamais! 17. A voz passiva deve ser evitada. 18. Utilize a pontuação corretamente principalmente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação 19. Quem precisa de perguntas retóricas? 20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas. 21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação. 22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-Ias-ei!" 23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha. 24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!! 25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-Ia nos seus diversos componentes de forma a torná-Ias compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas. 26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza. 27. Seja incisivo e coerente, ou não. 28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante. 29. Outra barbaridade que tu deves evitar tchê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo!... nada de mandar esse trem... vixi... entendeu bichinho? 30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar. TEXTO DO PROF. JOÃO PEDRO, DA UNICAMP, roubado de www.siriloko.blogspot.com
quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Pensamentos: se a gente não cerceia, se despenteia.

Uma história sobre prudência, conhecimento e cerveja.

“O cara que deu nome pra ‘filosofia’

ou era um irônico ou não sabia de nada.

É impossível ser amigo dela!

Contra ela travamos severas batalhas”

A PRUDÊNCIA

A prudência é uma espécie de ‘camada de ozônio’ e filtra algumas de nossas animosidades. Ela foi criada por Adão e Eva, assim que eles foram ‘expulsos’ do Jardim (desde o início a dor é a melhor escola...). Antes de Eva comer o fruto da ‘árvore do conhecimento’ não existia prudência. Não existia a consciência do castigo. Por isso mesmo foi o livre arbítrio mais puro da história desse mundão.

A partir da existência da prudência o livre arbítrio passa a não ser ‘tão’ livre mais. Não sei se isso ameniza ou complica mais as coisas. Mas é assim.

A CERVEJA

Acontece que o álcool faz buracos na ‘camada de prudência’ da gente, que passa a não filtrar os pensamentos que a gente nem sabia que guardava na cachola. Primeiro porque ninguém pára pra definir e decorar suas idéias e ideologias de forma a ficar isento de incoerências e desdizeres. (Tá, talvez alguém faça isso, mas deve ser um chato de galocha e isso não vem ao caso.) Segundo porque o mundo é muito complicado mesmo.

O fato é que sem o filtro da prudência as pessoas se revelam. Os mais brucutus quebram tudo. Os mais chatos sobem na mesa, fazem discurso, aquela coisa toda. Tem gente que chora as mágoas. E você deve conhecer outros muitos tipos estranhos por aí.

Egoísmos, narcisismos, inseguranças, preconceitos e, principalmente, incoerências se revelam nesta hora.

O HORÁRIO COMERCIAL

Há quem possa dizer: “Então somos todos uns hipócritas? Escondemos o que realmente somos?” Mas eu digo que não. O hipócrita verdadeiro é aquele que maquia seus defeitos, escondendo lobos em pele de cordeiro. Essa prudência que carregamos em horário comercial é simplesmente o que torna viável o convívio em sociedade e evita uma quebradeira danada. Isso não é hipocrisia!

Digo mais: a prudência que aprendemos quando fomos expulsos do paraíso não esconde nem maquia nossos defeitos, mas os mortifica, lapidando nosso caráter. A prudência faz o preconceituoso aceitar o outro. O egoísta doar. O mesquinho dividir. O narcisista se achar meio feio e o feio ficar cheio de auto-estima. A prudência tem nos mantido vivos desde que roubamos a tal ‘árvore do conhecimento’.

O CONHECIMENTO

Como eu já desconfiava, o conhecimento NÃO move o mundo. Sem ele, o mundo continuaria girando. Fôssemos macacos, o mundo ainda seria mundo. E, fôssemos macacos, talvez seríamos mais felizes em nossa ignorância, pois a ignorância torna a felicidade mais acessível. Um exemplo disso (e é só um exemplo porque toda generalização é burra) é a facilidade de encontrar pessoas felizes numa roda de samba que não conhece partituras e nomes de acordes do que num congresso internacional sobre a influência barroca na música erudita da sociedade ocidental.

Eu sei: você entende bem o que eu quero dizer e sabe exemplos melhores que o meu.

Então: qual a ‘busca’ mais importante que temos na vida: a felicidade ou o conhecimento? Cada um que abasteça seu alforje e persiga o que quiser.

OS ULTRAVIOLETA

A grande merda é que não dá pra desmorder a maçã. Não tem volta. Não estou dizendo que o conhecimento seja ruim ou desnecessário. Ele só complica demais as coisas. Deus, que é pai, não queria que a gente comesse dessa fruta, mas não era porque estava com medo de que o abandonássemos. (O que de fato acontece: quanto mais conhecimento, mais longe ‘pensamos’ estar de Deus.). Deus, como pai, simplesmente nos queria evitar o sofrimento. Todo pai quer evitar o sofrimento do filho. Mas não pode impedir isso.

E como não tem volta, depois de mordida a fruta, Deus nos envia a continuar buscando esse conhecimento. Isso é penoso. Destrutivo. Auto-destrutivo até. Quase sempre. E o ‘filtro da prudência’ nos protege dos raios mais fortes, os ultravioleta da incoerência. E da desordem. O conhecimento, além de não mover o mundo, por si só o tornaria inviável. Impraticável. A prudência torna o mundo possível.

A RESSACA

Porque essa maçã é muito grandona. Imensa. Seu sabor verdadeiro é desconhecido. E a gente não conhece de verdade aquilo que não sabe o gosto. (Curiosamente a etimologia diz que sabor e saber são palavras irmãs.)

Isso dá uma agonia danada. Por isso que, de vez em quando, a gente precisa ‘pichar uns muros’. Furar a camada da prudência. De preferência fora do horário comercial. E a cerveja, por linhas tortas ou retas, ajuda um bocadinho nisso. Ajuda a revelar as incoerências e mesquinharias de nossa mente perdida. (Mas é recomendável não quebrar tudo ou subir na mesa para discursos.)

E a ressaca nos faz repensar essas incoerências e nos tornar pessoas melhores. Como se a mesa do boteco fosse um confessionário e a ressaca, a justa penitência. Não, longe daqui querer fundar uma nova religião. Só estou aproveitando para falar besteira enquanto a camada da prudência ainda não se restabeleceu.

ENFIM

Se isso virar hábito, escrevo um livro em uma semana. De qualidade duvidosa, eu sei. Mas grande.

sábado, 13 de outubro de 2007

Réquiem dos Pequenos, Versículo V

Promessa não cumprida. Mas, como não gosto de largar nada pela metade, segue abaixo o 5º e penúltimo versículo. O próximo será sobre Política. Hoje o tema é o Comércio na pequena Vila. Não se sabe onde começa o ciclo vicioso da depreciação. Despreza-se memória e arquitetura; desvaloriza-se o convívio social; os negócios se apequenam. Independente da identificação do início, o fim é sempre o mesmo: poucos e pobres negócios. E como são pequenos os negócios da Vila pequenina. Pequenos em realização, mínimos em ambição. São micros e incoerentes naquilo que deveria ser sua principal razão social: o trato com a freguesia - o relacionamento com clientes. Numa locadora de DVD's, aos novos clientes não é permitido o acesso aos lançamentos. N'outra novos clientes só são aceitos depois das 17 horas, quando o dono está lá para ver a "cara" do freguês. Numa loja de moda feminina vê-se um estranho cartaz: "Não abrimos crédito". Pois é, em tempos de crédito abundante, há quem se dê ao luxo de proibí-lo. Mas estes são só pequenos exemplos do mini-ambiente comercial da mínima vila. Mais aterrador é o trato dispensado aos forasteiros. Se empreendedores, são tratados como invasores - vikings não convidados. Aos poucos que entendem as pequenas regras e compram empatia, tudo. Àqueles atrevidos, tudo. Tudo de negativo: fofocas, boicote tácito, táticas de guerrilha suja. Vilões nativos dão de tudo para proteger seu pequeno mundinho. Mais estranho é o trato reservado para os fregueses forasteiros. Tio Zé Cunha desistiu de sair de seu pequeno paraíso e fazer compras na pequena Vila. Prefere, claro, o atendimento que merece em Monsenhor Paulo: "Lá me tratam bem". O péssimo tratamento percebido em diversos estabelecimentos tem uma mesma origem: funcionários insatisfeitos. Mal preparados e mal treinados. Parece que nunca incentivados. Claro, existem notáveis exceções. Exceções!?! Então, a regra é o atendimento frio e obrigatório? Infelizmente, sim. Ambientes assim ficam parados no tempo. A pequena Vila não tem um shopping. O comércio é monocromático e mono-temático. Não há concorrência, não há inovação. Ah, se não fossem alguns vikings, a pequena Vila ainda estaria nos anos 70. Entregando leite de porta em porta. A pequena Vila, como outras da região, tenta proibir feiras itinerantes. A pequena Vila, do pobre castelo de suas associações, tenta proteger com unhas e dentes a sua mediocridade. Doentia assim, talvez um dia decida que a Internet não é bem vinda. Não seria absurdo nenhum.
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Continua. Observação importante: as opiniões expressas nesta série de artigos não representa, de maneira alguma, uma opinião do Atchim ou de sua editora, a Opção Artes Gráficas. O conteúdo destes artigos é de responsabilidade única e exclusiva de seu autor, Paulo Vasconcellos.
terça-feira, 2 de outubro de 2007

Réquiem dos Pequenos (na terceirona)

Desvio não programado desta série. Será então o Versículo IV. A vila pequenina um dia sonhou grande. E construiu um estádio que, segundo tortas línguas, güentava 40 mil pessoas. Cerca de 70% da população divertidamente ativa da época da construção. Mantendo sua sina de escarrar no próprio prato, abandonou também a grande pequena arena. Ela quase desmanchou-se no abandono. Afundou? Não tanto quanto o principal desporto que deveria sediar. Ele sim, afundou. Desmanchou. Sucumbiu. Foi para o beleléu. Mas a pequena vila é altiva. E se acha inovadora. Inventou outro time. Esgotou seu potencial criativo e não conseguiu inventar novas cores. Mas o time é novo. É novo? Novo pequinês. Vira-lata mal disfarçado. Amontoado que, iludem os cronistas, teria chances de brigar por um lugar ao sol no pequeno campeonato estadual. Outro espelho distorcido dos pequenos vilões que adoram o auto-engano. Mas eis que um temporário-chefe, generalista-especialista, acha que entende do traçado das quatro linhas. Napoleônico, ordena a recuperação daquela abandonada arena vizinha da ex-zona. Estratégico, acha que seu esquadrão será imbatível na micro-arena da pequena vila. A pequena vila é imbatível em sua modéstia. É claro que seu exército boleiro teria que refletir seu pequeno perfil: e jogar como pequeno até contra os mínimos menores.
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No próximo domingo a pequena vila comemorará aniversário. 70% da população divertidamente ativa (hoje uns 40 mil) reclamará o feriado perdido. Como eu cansei da série, até lá enterro-a. Com mais 1 ou 2 versículos. A pequena cidade não merecia mais.
terça-feira, 25 de setembro de 2007

Mais uma rodada por minha conta!?

No domingo, após o empate de 1 a 1, chegamos a conclusão de que NUNCA assistimos a uma vitória do VEC. Quando ele ganha, é fora de casa. Segundo o zagueiro-artilheiro, é a "Síndrome do Melão". Pode? Pior que isso só o cai-cai do time adversário no segundo tempo. O Januário "cruel" de Oliveira ia adorar os muitos 'carretos' da manhã. Isso mesmo: manhã! É impossível um segundo tempo razoável num jogo que começa no solzão das onze horas. Já no brasileirão sem final, a melhor parte sempre fica no meio da tabela. Do nono lugar ao décimo-sétimo são 3 (!) pontos. Em cada rodada a gente vê uma dança das cadeiras entre quem vai pra Sul-Americana ou pra Segunda-Divisão. Pra melhorar, as duas maiores torcidas do país estão neste bolo.
terça-feira, 18 de setembro de 2007

Réquiem dos Pequenos, Versículo III

Versículo II. Na pequena vila que tem nome no diminutivo, os grandes narcisos não estudaram nada de arquitetura e urbanismo. Mas sabem tudo de umbigo. Morrem de amores pelos próprios umbigos. Erguem pequenas grandes e caras obras para homenagear seus umbigos. Se a beleza comum não tem valor, a feiúra muito pessoal vale o quanto pesa. Por isso dispensa regimes. Umbigo que se preza deve ser carregado por belas e estufadas panças. Sorte dos vilões azarados que os vilões narcisos desprezam coisas duradouras. Senão a vila ficaria infestada de estátuas de umbigos - e seus belos barrigões. Não. Plantem-se apenas coqueiros (de plástico). Estátuas custam muito. E, como disse outro falso poeta, "flores de plástico não morrem". Estátuas comprometem. Vai que aquele terreno ganha utilidade um dia. Vai que outra privada pública se faz necessária. Azar dos vilões azarados que os vilões narcisos adoram o efêmero, o breve, o (falso) barato. Adoram os meios, a média e a mídia - todos efêmeros, supérfluos e superficiais. Umbigos vilões entregam seu reverso para se revelar numa poluída coluna social. Ah.. as colunas sociais da pequena vila! São como um panfleto de missa, um santo de político, o papel higiênico nunca utilizado naquela privada pública. Cheios de nada. Ou cheios de tudo. Afinal, conteúdo está nos olhos de quem lê. Caricaturas do herói Narciso, os vilões que amam seus umbigos. Como o original, desprezam a bela Eco e sua lagoa. Mas são só caricaturas. Longevas mas, para sorte da pequena vila de nome diminuto, mortais. Temporários. Elegíveis. "Expulsáveis". Será? A pequena vila perdeu seu norte e sua matriz. Talvez tenha perdido também sua cabeça. Sobraram os umbigos. E, claro, as imensas panças. E segue a vida, empurrada com barrigões.
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Continua..

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Roberval Vitor Junqueira II 450
Tipo & Nando 450
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Daniel do Valle (Poços) 446
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Julio Cesar (amigo do Cipó) 428
Douglas Robson de Miranda 427
Luiz Chacon 426
Sebastião Vazi Palmuti 426
Marilisa de Sordi Vigorito 423
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Rafael Braga da Fonseca (Poços) 423
Sininho Rossini da Cruz dos Santos 423
Diego de Oliveira Hipólito 420
Roberto Luiz Neri (Poços) 420
Rafael Pereira da Silva 417
TiCaco Carlos Henrique 417
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Ana Lúcia Lourenço Baroni 414
José Crippa 414
Pérsio Romel M. Ferreira (Poços) 414
Rejane Pimentel Venga 413
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Ronaldo José da Silveira 396
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Renato Alves Ribeiro (amigo do Cipó) 392
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Douglas Robson de Miranda II 385
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Atualizado 13/07 19h16
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